Upload Lisboa em versão vitaminada

O Upload Lisboa está de regresso agora em formato vitaminado, com duas edições distintas, a acontecer em dois dias igualmente diferentes: 11 de Dezembro a versão Basic e dia 15 de Dezembro, a Pro.

UploadLisboa 2010

O evento, organizado por Virginia Coutinho, Bruno Beaumont (e um tal de Nelson Pimenta), pretende elevar a conversa sobre comunicação na era digital e promover a discussão sobre estratégias, negócios, comportamentos e tendências online.

Para isso conta com a presença de ilustres oradores: Brian Solis, Carlos Merigo, Eurico Nobre entre outros nomes ligados ao panorama digital de hoje.

Até 4 de Dezembro podem reservar a vossa inscrição no site oficial.

Para acompanhar as novidades, nada melhor que o twitter, facebook e os artigos no blog.

Depois do sucesso de 2009, qual é a dúvida?

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“Social Media Buyer’s Guide”

[tweetmeme source=”catroga”]

IAB - Interactive Advertising Bureau
IAB - Interactive Advertising Bureau

O IAB – Interactive Advertising Bureau, lançou em Fevereiro um guia para Marketers e Agências sobre como investir em publicidade nos social media.

O documento pretende esclarecer todas as dúvidas que surgem durante o processo de planeamento e de compra. Entre outras, ajuda a esclarecer perguntas sobre:

Planeamento

  • Que passos considerar no planeamento de uma campanha de Social Marketing?
  • Porquê planear a longo prazo mesmo para campanhas curtas?

Plataformas

  • Que plataformas de Social Media estão disponíveis?
  • Qual ou quais mais adequadas para atingir os objectivos?

Produção

  • Quais as considerações a ter em conta para uma campanha Social Media?

Custos

  • Quais os modelos de custos a considerar em campanhas Social Media?
  • Vantagens e desvantagens?

Métricas

  • Que métricas considerar para avaliar o sucesso da campanha?

O documento reflecte o esforço de cerca de 150 profissionais do meio. A versão integral pode ser descarregada aqui.

Fake

Aquilo que mais me surpreende nas redes sociais tem a ver com a réplica dos comportamentos desviantes reais como são os falsos perfis e a mentira.

O que potencia estes fenómenos está intimamente ligado ao sucesso da disseminação viral tão característica do Twitter, Facebook e outros meios online: o desejo de ser reconhecido e acarinhado por todos. A ânsia de ser popular. Ou de ser reconhecido como alguém que já era. Mesmo que tenha de o fingir.

A reputação online mede-se pelo número e qualidade dos contactos em carteira, entre outras métricas. Mas para  quê se dar ao trabalho de construir uma reputação própria se é mais fácil simular alguém famoso?

Ultimamente tenho tropeçado em convites suspeitos. Não é normal o Woody Allen desatar a convidar pessoas como se não houvesse amanhã, no Facebook. Não tem updates, fotos ou entradas no blogue. É obviamente falso. Mesmo assim aceitei o convite.

Da lista de amigos constam outros nomes interessantes como Javier Bardem e Scarlett Johansson. Também falsos. No meio da lista encontram-se vários agradecimentos de pessoas reais ainda ofuscadas com  possibilidade remota de ver concretizado um sonho. Ou sustentar mais uma falsidade.

No twitter então, mais fácil é. O único controle sobre o nickname escolhido é o facto de já existir ou não. E esta regra é válida para Marcas e empresas. Faz-me lembrar o cybersquatting aqui há uns anos atrás.

Mas redes sociais funcionam como um organismo vivo, auto regulado. Onde as mentiras são detectadas à velocidade da luz e as denúncias facilmente distribuidas e a verdade reposta. Quem já leu “Wisdom of Crowds” de James Surowiecki perceberá a dinâmica.

Tal como denuncio aqui, alguém irá ler e partilhar. Mas, para o futuro, evite adicionar quem não conhece. Faça como em casa e espreite antes de abrir a porta.