Virar a pagina

Não há nada mais entusiasmante que celebrar as derrotas.

Transforma as próximas vitórias em magnéticos presentes deliciosos, catapultando a criatividade necessária para as atingir.

Será falta de ética publicar uma ideia, um conceito não aprovado?

Mais do que guardá-lo para um novo cliente?

Que tal uma “wall of refused ideas” protegida por licenças Creative Commons?

Não será está uma forma inovadora de new business com requintes de vendetta?

O gigante mede-se por baixo

Há um novo vírus na web.
Chama-se slboogle e aparenta ser a mais recente coqueluche no que respeita a sofrimento auto infligido.

Apresenta-se como “o motor de busca do benfica” e pretende aproveitar-se claramente do potencial tráfego que esse universo possa gerar.

Não fossem as evidentes incorrecções nos resultados de pesquisas e até não seria uma má ideia.

Mais uma vez fica provado que o clubismo tolda a inteligencia.

Pesquisem por “futebol clube do porto” e verão que o autor simpaticamente transforma os termos em “excremento azul”.

O que poderá parecer uma boa piada para muitos acéfalos autistas coloca definitivamente uma boa ideia na prateleira das recordações de projectos falhados.

Mesmo perdendo alguns minutos com isto, fica o alerta para os utilizadores mais inteligentes.

Bem hajam as boas ideias, desde que não sejam alimentadas por cretinos.

Como comunicar o lançamento de um novo site?

A Elemento Digital encontrou uma forma bem engraçada para comunicar o lançamento do site novo da empresa.

Construiu uma história à volta do rapto do site antigo e do respectivo CTO – Rui Gouveia e vem desenvolvendo, com acções e teasers, novos momentos de intriga online.

Actualmente foi lançada a página de reacções com depoimentos de clientes e fornecedores.

Será que o Rui vai ser encontrado? Para acompanhar nos próximos tempos…

Deixo o vídeo com a intervenção do autor destas linhas:

no mundo das agências de publicidade

Num mundo ideal, todas as fontes (Verdana, Arial, …), e imagens utilizadas em peças gráficas, para web ou papel, estariam legalizadas, escolhidas e compradas a dedo por gente responsável.

Haveria um servidor centralizado com acesso restrito ao número de licenças compradas.

Todas as peças teriam supervisão criativa, e os criativos que iniciassem uma peça, seriam os mesmos a acabá-la, independentemente do número de alterações pedidas pelo cliente.

Todos saberiam trabalhar para o meio definido, papel ou web. Provavelmente saberiam utilizar a ferramenta correcta, comum a todos e saberiam a diferença entre 300 e 72 dpi.

Não existiriam incompatibilidades no software (e no hardware) e os planeamentos seriam cumpridos escrupulosamente.

As aprovações voariam, os pássaros cantariam e sinos ouvir-se-iam ao longe…num mundo ideal.