3G mas pouco

Consigo entender a euforia inerente ao lançamento do novo iPhone 3G da Apple.

Admiro ainda mais a capacidade mediática por trás da marca Apple, capaz de vender um produto tecnologicamente inferior como se de uma revolução tratasse.

Analisando friamente as funcionalidades há muito pedidas e que permaneceram na gaveta:

  • Um modelo com 32GB?
  • Uma camera melhor (2 MegaPixel é passado)?
  • Mais memória RAM?
  • MMS?
  • Bluetooth para streaming stereo?
  • Uma segunda camera à frente para video conferência?
  • Capacidade de captura de vídeo (confesso que esta me deixa chocado!)?
  • Copy and paste“?

Dá que pensar. Qualquer Nokia, Samsung ou Motorola supera facilmente estes requisitos.

Acredito que Steve Jobs tem outros planos na manga e admito que sou um daqueles portadores de pré-inscrição que se irá plantar em frente de uma loja Optimus ou Vodafone à espera no dia 11 de Julho…

…mesmo sem saber qual será o preço final a pagar por isso.

Online Marketing España 2008 – um resumo

Decorreu este ano, em Madrid a 12 e 13 de Março, mais uma edição da feira espanhola com mais enfoque em Marketing Digital.

Tive o prazer de poder assistir às edições de 2007 e 2008. Fica o resumo da última.

O Marketing Online assume várias formas: marketing de busca, Beahvioural targeting ou marketing comportamental, marketing viral, email marketing, afiliados e outros.

Com o prenúncio de uma mudança de paradigma comportamental a fazer a viragem para uma maior presença online que noutros meios tradicionais, é natural que todos os advertisers se voltem para a web e para outros meios em crescimento acentuado, como o caso do mobile.

Em Madrid desenharam-se tendências, comportamentos e formas de os medir cada vez mais rápido com métricas mais eficazes.

Sucederam-se casos de estudo, principalmente focados no mercado espanhol onde o mercado é mais agitado.

O posicionamento em motores de busca é escolha unânime em qualquer plano de marketing com comunicação digital e a gestão de reputação online assume um papel preponderante na relação directa com os con(pro)sumidores.

A objectividade das métricas afunila os modelos de negócio, esmaga margens e potencia riscos de agência mais elevados. Haverá sempre alguém a medir melhor, mais barato.

Um modelo recente aponta mesmo para para métricas de partilha de risco como o CPS – Cost Per Sale ou o CPA – Cost Per Acquisition. Eis um exemplo português: www.actualsales.eu

Prevê-se uma maior concentração de competências nas agências – meios, publicidade, web, design – seja por crescimento espontâneo ou por aquisições ou fusões.

E ainda não começámos a falar como medir redes sociais…

Para terminar sugiro que façam download e apreciem as apresentações da feira:

2007

2008

Espero encontrar alguns de vocês em 1 e 2 de Abril de 2009.

Crise social ou harakiri socialista?

Infelizmente acordamos para a crítica quando o problema quebra a nossa barreira de segurança individual.

Escrevo de prevenção real caso me telefonem porque a carrinha parou por falta de opções no abastecimento.

Há filas para bombas sem uma gota em depósito. Estradas e auto-estradas semi-cortadas pela espera.

O País está parado e andam todos embriagados com o jogo de logo.

Aproveitem e informem-se sobre o assunto: www.oilcrisis.com

Acordem e comecem a fazer alguma coisa!

Verge

Aconteceu hoje na AESE e dá pelo nome de Verge – The Ogilvy Digital Summit.

Uma iniciativa da Ogilvy que reuniu um painel de oradores de excelência apostados em evangelizar uma evidência de hoje: a fragmentação dos meios ao serviço da comunicação e o novo paradigma da publicidade.

Foram análises consensuais quanto aos crescentes futuros investimentos na área digital, a sua democratização, fragmentação e mudança de controlo.

A “Nova” Publicidade terá forçosamente que se adaptar à vontade do consumidor cada vez mais produtor, opinante e, principalmente, influenciador.

Parafraseando a Patou Nuytemans: “Above and below the line? There is no line…”

Aguarda-se publicação das apresentações em Keynote e Powerpoint.