Viagem relâmpago a Milão.
A pena vai voar. Regressa se houver wireless. Ou quando aterrar.
De qualquer das formas será breve.
Ci vediamo lunedi!
Viagem relâmpago a Milão.
A pena vai voar. Regressa se houver wireless. Ou quando aterrar.
De qualquer das formas será breve.
Ci vediamo lunedi!
Ontem acordei com uma ânsia incontrolável de insultar alguém.
Hoje nem por isso.
Comecei a planear uma ida a Nova Iorque. Não passa deste ano. Comprei uma City Moleskine – New York e dei um pulo ao tripadvisor.
Criei uma pasta de bookmarks no Firefox onde vou acrescentando informação à medida que a pesquisa avança.
Um bom exemplo é “Vamos para Nova York“. Um péssimo design e um HTML de ir às lágrimas mas muita informação útil.
Para a primeira visita gostei da ideia do City Pass.
Ainda estou a tratar do mais difícil: o alojamento. Gostei do Affinia Dumont e do conceito Loft no Soho.
Escolho a melhor época, marco avião e aí vou eu.
Espero não passar 3 dias na loja da Apple…
O palerma do Steve Jobs abriu o envelope. De lá saíram 1500€ de pura tecnologia. E o mercado vibrou novamente.
Eu sou um daqueles maníacos supersticiosos que percorre Alvalade inteiro à procura de uma cadeira azul.
Almoçar num qualquer Dolce-Vita também depende disso. A culpa é dos arquitectos devotos ao arco-íris.
Bem sei que prefiro o azul a qualquer outra posição no espectro mas, que porra, quem foi o palerma que decidiu pintar as cadeiras em cores diferentes?
O Gonçalo nasceu e as regras mudam novamente.
Mais sono e menos tempo.
Enquanto me adapto, volto já.
Conto estar aqui brevemente.
…e o empreendedor salta sempre sozinho.
A cidade está laranja e a assinatura “de que é que precisas?” nem sequer aparece no lugar correcto em qualquer pesquisa online. Onde está o esforço digital?
Já alguma vez planeou um fim de semana prolongado, aproveitando o facto de terça-feira ser feriado, para fazer ponte? Claro que sim e 2008 promete mais do mesmo.
Cenário idílico, tudo marcado há mais de 3 meses e eis que surge um trabalho urgentíssimo, vida ou morte, para segunda-feira.
Trabalhador honesto como é desmarca tudo, faz directa e resolve o assunto.
Surpresa das surpresas. A urgência era relativa e afinal podia fazer tudo, nas calmas, até sexta. Para apimentar o cenário experimente telefonar a saber do gestor e descobre que ele fez ponte e está em casa de chinelos a enviar ordens compulsivas por email ou telefone.
Que faz? Crime está fora de questão embora seja a primeira escolha. Aguenta.
Mas não aguenta mais de 3 vezes.
Soa familiar? Não é.
A história anterior é pura ficção e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. Afinal toda gente sabe que os gestores não usam chinelos.
Divirtam-se e já sabem:
“Todos os perus têm o seu Natal”
– anónimo
Há fenómenos realmente estranhos.
Dou por mim a respirar bem melhor em qualquer parte do edifício onde trabalho mas confesso que não contava ficar com a roupa crivada de fumo assim que coloco os pés na rua.
Autênticas brigadas de chuto a barricar as portas dos prédios. Homens, mulheres, adolescentes. Viciados e à chuva. Uma podridão.
Só posso interpretar a colocação estratégica como forma de protestar a nova Lei. Com este frio e chuva ficavam bem melhor perto do homem das castanhas. Fumo com fumo não se nota. E sempre ajudavam alguém.
Quase, quase, quaaaaaaaaase senti pena deles…mas depois pensei “que bem se respira aqui” e esqueci-me que existem.