Virar a pagina

25 Outubro 2008

Não há nada mais entusiasmante que celebrar as derrotas.

Transforma as próximas vitórias em magnéticos presentes deliciosos, catapultando a criatividade necessária para as atingir.

Será falta de ética publicar uma ideia, um conceito não aprovado?

Mais do que guardá-lo para um novo cliente?

Que tal uma “wall of refused ideas” protegida por licenças Creative Commons?

Não será está uma forma inovadora de new business com requintes de vendetta?

Há um novo vírus na web.
Chama-se slboogle e aparenta ser a mais recente coqueluche no que respeita a sofrimento auto infligido.

Apresenta-se como “o motor de busca do benfica” e pretende aproveitar-se claramente do potencial tráfego que esse universo possa gerar.

Não fossem as evidentes incorrecções nos resultados de pesquisas e até não seria uma má ideia.

Mais uma vez fica provado que o clubismo tolda a inteligencia.

Pesquisem por “futebol clube do porto” e verão que o autor simpaticamente transforma os termos em “excremento azul”.

O que poderá parecer uma boa piada para muitos acéfalos autistas coloca definitivamente uma boa ideia na prateleira das recordações de projectos falhados.

Mesmo perdendo alguns minutos com isto, fica o alerta para os utilizadores mais inteligentes.

Bem hajam as boas ideias, desde que não sejam alimentadas por cretinos.

Vamos ajudar a DECO a perceber os níveis de satisfação dos utilizadores do iPhone em Portugal.

Não demora mais de 5 minutos a responder ao questionário, aqui.

A Elemento Digital encontrou uma forma bem engraçada para comunicar o lançamento do site novo da empresa.

Construiu uma história à volta do rapto do site antigo e do respectivo CTO – Rui Gouveia e vem desenvolvendo, com acções e teasers, novos momentos de intriga online.

Actualmente foi lançada a página de reacções com depoimentos de clientes e fornecedores.

Será que o Rui vai ser encontrado? Para acompanhar nos próximos tempos…

Deixo o vídeo com a intervenção do autor destas linhas:

Num mundo ideal, todas as fontes (Verdana, Arial, …), e imagens utilizadas em peças gráficas, para web ou papel, estariam legalizadas, escolhidas e compradas a dedo por gente responsável.

Haveria um servidor centralizado com acesso restrito ao número de licenças compradas.

Todas as peças teriam supervisão criativa, e os criativos que iniciassem uma peça, seriam os mesmos a acabá-la, independentemente do número de alterações pedidas pelo cliente.

Todos saberiam trabalhar para o meio definido, papel ou web. Provavelmente saberiam utilizar a ferramenta correcta, comum a todos e saberiam a diferença entre 300 e 72 dpi.

Não existiriam incompatibilidades no software (e no hardware) e os planeamentos seriam cumpridos escrupulosamente.

As aprovações voariam, os pássaros cantariam e sinos ouvir-se-iam ao longe…num mundo ideal.